As lições de O Marido do meu Irmão (além da óbvia)
sabe existe uma categoria de arte popular muito especial para mim os mangás animes livros filmes e etc que me impactam forte mas sobre os quais eu sinto que não consigo falar por mais de sei lá uns 3 minutos é estranho né se essa coisa é tão importante se me afeta tanto então por que eu não consigo pensar em nada mais complexo do que é bom para falar essa foi a principal coisa que apareceu para me atrapalhar quando eu resolvi fazer um vídeo sobre o marido do meu irmão e ela ainda tá me atrapalhando mas eu vou tentar mesmo assim o marido do meu irmão o totonoto em japonês é um mangá se nen de autoria de gengorotame publicado na extinta revista gekan action da futabascha começando em 2014 terminando em 2017 a história gira em torno de yait origi o pai solteiro recém divorciado de uma menininha chamada k um belo dia ele recebe na casa dele um enorme homem canadense chamado mike flenegan que como dá para inferir pelo título do mangá é o marido do irmão do yait esse irmão sendo seu gêmeo rio de origi que faleceu poucos meses antes disso o mike simplesmente anunciou que ficaria no japão por um tempo sem especificar porquê e cá estamos e em termos de trama trama meio que isso é tudo acompanhamos o dia a dia dessa família em comum com yait e kana apresentando o japão pro mike e o mesmo por conseguinte apresentando para eles o mundo dos gays ok eu não resisti a piadinha mas é meio que isso realmente e a tem questões mal resolvidas para com a homossexualidade de seu irmão gêmeo e para com a relação dele mesmo para com pessoas queer já enjoou me ouv dizer para com essencialmente é uma coisa em que ele simplesmente nunca tinha parado para pensar em adição a ele nunca ter parado para ficar de luto pela morte do irmão e com a chegada do mike ele é levado a encarar todas essas coisas e decidir como ele se sente com relação ao mike à sociedade ao irmão ao seu casamento fracassado e ao futuro da filha é uma coletânneha de pequenas anedotas na vida desses três por exemplo a reação que o y tem ao ver a filha tocando na barriga peluda do mike ou quando o yit tem um sonho em que ela se casa com outra mulher e precisa processar a ideia ou quando um professor da escola e a mãe de uma coleguinha da cana expressam clara insatisfação para com essa má influência nojenta que está na casa do yait e como a perspectiva do yait vai evoluindo conforme isso acontece porque nas palavras do próprio autor esse mangá meio que foi feito para ser um manual de como lidar com os gays para héteros japoneses que de acordo com ele se recusavam a pensar demais nessas coisas yait é o avatar de todos os héteros do japão mike é o avatar de todos os gays fora do japão e a kana é o avatar de todas as crianças do japão ainda inocente sem seus preconceitos devidamente formados mas explicar o mangá desse jeito realmente não faz juiz a ele falando assim parece que a história é puramente didática ou que é pesada demais quando ela realmente não é é um slice of life você simplesmente vê essas pessoas vivendo suas vidas e lidando com pequenos microproblemas do cotidiano e aprendendo mais umas sobre as outras sim tem momentos bem tristes como um vizinho da família um adolescente chamado kazuya fala com o mike sobre o fato de ele mesmo ser gay e estar no armário mas depois de chorar um tanto ele fica bem e o mike até provoca ele amistosamente sobre um crush de escola e de certa forma essa é a genialidade do mangá ele aborda temas pesados de preconceito e quefobia mas sem nunca deixar de ser caloroso e humano o objetivo de fazer ele ser um guia para héteros funciona tão bem por causa disso é literalmente o tipo de mangá que você lê e imediatamente pensa: “isso devia estar nas escolas” é direto e pouco sutil mas nunca insulta a sua inteligência ou a sua índole eu posso estar falando meio nada com nada mas é meio que um apio difícil de descrever acho que eu resumiria como você se diverte aprendendo e dá uma choradinha aqui e ali algo assim e eu também gosto de como ele faz uns paralelos muito interessantes sobre cuerpobia e sociedade em geral por exemplo eu amo como mesmo vendo o mike como fora da norma o próprio yit reconhece que ele também não é um cidadão japonês modelo ele é divorciado para começo de conversa e cria uma filha sozinho e para completar ele e a ex workolic dele se dão bem eles até transam em off em um certo capítulo ele demonstra uma certa vergonha sobre como ele ganha dinheiro alugando apartamentos que herdou dos pais e fora isso sendo dono de casa e o mangá traça esses paralelos com tanta destreza essa coisa de achar o mike estranho sendo que vários personagens têm várias peculiaridades também aquela coisa bem o que nos faz diferentes é o que faz de nós especiais eu gosto é bom é meio genial até e o mais legal é que é uma leitura tão gostosa todo mundo para quem eu mostrei esse mangá incluindo meu namorado que não tem o costume de ler mangás devorou as 800 páginas dele super rápido ele nunca se estende mais do que precisa em determinado tópico e os personagens são tão genuínos e cheios de vida que você sempre quer ver como vai ser a reação deles a acontecimento x ou y você sempre quer virar a página para ver o que vem depois na minha experiência depois eu falo mais sobre a minha relação pessoal com a obra mas antes vamos mudar de direção e falar do traço do mangá esse é mais difícil de elogiar sem comprometimentos como alguns de vocês já podem saber e com certeza não gritaram rudmente nos comentários antes de eu ter a chance de falar porque vocês não são rudes este foi o primeiro mangá para o público geral do autor gengorota game antes disso ele desenhava quase que exclusivamente pornografia homoerótica e sim sim nossa que louco que um ator de rentai fez esse mangá educativo por favor cresçam o tagame na verdade é um dos pioneiros do gênero de mangás gay tendo começado nos anos 80 e até fundado uma revista própria desse mundo em termos de traço isso significa duas coisas um que ele desenha homens musculosos com enorme paixão e que dois suponho eu ele não tem muita prática com coisas tipo mulheres e crianças e natureza e movimentos incomuns em suma o mangá é segurem suas quintas séries bem duro os personagens são todos meio rígidos demais e sem elasticidade a linguagem corporal é meio fraca e ocasionalmente tipo aqui parece literalmente bem amador é o tipo de mangá em que o enredo e o texto carregam a emoção mais que o traço mas não que o traço seja ruim ele é muito bom em coisas tipo personagens chorando e mostrando emoções sutis no rosto longe de mim falar que gengorotagame o gengorotagame é um mau artista ele definitivamente não é e tem quase meio século de trabalho para provar isso mas sabe território pouco explorado alguma coisa assim pouco depois da publicação do mangá em 2018 a nhk produziu uma adaptação live action dele uma minisérie de três episódios de mesmo título que o mangá como a única adaptação existente do marido do meu irmão para outra mídia eu sinto a obrigação de dedicar um tempo a ela também bom é uma adaptação do do mangá ela é majoritariamente super fiel a ele só cortando algumas partes aqui e ali por causa do tempo ah e também conta com um micro micro micro micro epílogo extra que é bem fofinho apesar de bem descartável também como a série é ultra fiel eu não tenho muita coisa para falar sobre a adaptação acho que a única coisa que eu questionei um pouco foi o esforço que ela faz em explicitar coisas que o mangá deixa implícito ou ambíguo tipo como eu disse tem uma cena do mangá em que fica implícito que o y e a ex-mulher dele transam durante a história e o live action adiciona uma cena dos dois num hotel falando sobre como eles acabaram de transar explicitando a coisa o mangá também nunca deixa claro pelo menos nas traduções que eu li por dois se separaram e mais uma vez o dorama vai lá e explica o motivo da mesma forma também nunca fica claro o que foi que matou o riodi e o dorama vai e diz que foi câncer não são coisas que estragam a história mas com certeza são decisões um pouco questionáveis talvez depende de você não o que realmente estragou o dorama para mim foi o ator do mike ele foi interpretado por kaido huvelson também conhecido como baruto kaito um ex-lutador de sumô nascido na estônia no norte europeu e sei lá eu não sei como ele é como pessoa e eu também não sei o quanto disso é culpa da direção mas senhor eu achei ele tão ruim no papel o mike dele é tão sem emoção tão robótico tão completamente sem carisma o que é um crime gravíssimo na adaptação porque o carisma do mike é essencial pra obra funcionar é todo o propósito dela o fato do mike ser amável carinhoso e emocionalmente inteligente é o que realmente passa a mensagem do mangá que pessoas gays podem ter todas essas qualidades lendo você entende claramente porque a kana se afeiçoa tão fácil a ele e porque a convivência com ele faz o yit crescer como pessoa se o mike é robótico e estranho e parece super desconfortável em todas as cenas que ele aparece a trama de marido do meu irmão na minha opinião desmorona como se feita de papel eh live action meio que teve esse efeito para mim o que é uma pena porque o resto do elenco é fantástico o que em retrospecto não ajudou muito o kaidu que ficou ainda pior devido ao contraste a atuação de iriuta satou como yait é absurda de boa e realista e até a atriz mirim que faz a cana arrasa forte em todas as cenas dela sério você tem uma série que mostra que um elenco de série é um castelo de cartas e que uma única performance ruim prejudica o todo estf dito tudo isso eu também sei que deve ser difícil achar um ocidental com o porte do mike no japão que saiba atuar e falar japonês fluentemente o bastante não que isso não torne hilário o fato desse personagem canadense mal conseguir falar inglês direito japan with me e sim ele atua mal em inglês também mas sabe eu só quero deixar claro que eu entendo o desafio mas entender o desafio não me faz perdoar mas então voltando ao que eu falei na introdução do vídeo esse mangá significa muito para mim e como esses últimos minutos devem ter provado eu tenho dificuldades de explicar porquê eu li ele pela primeira vez eu acho que em 2018 pouco depois de eu ter me assumido gay tanto na primeira leitura quanto na releitura que eu fiz para esse vídeo eu até chorei mas ao mesmo tempo bom por um bom tempo eu me forcei a evitar o mangá é que algum tempo depois de eu ler ele pela primeira vez um ano dois anos eu não lembro eu esbarrei com alguém bem amargurado no twitter eu sei gente amargurada no twitter grandes notícias da globo que tinha um ranço por o marido do meu irmão essencialmente porque a história era super elogiada pela temática lgbt mais mas que o protagonista da história que apresenta o ponto de vista não é lgbt+ não é o mike mas sim um hétero o yit digo como o autor falou foi o mangá feito para héteros e a pessoa no twitter acreditava que ele não tinha nada a oferecer a leitores lgbt+ que ele era sei lá historinha de superação semelhante à aqueles filmes com protagonistas neurotípicos que precisam cuidar ou aprenderem a gostar de um personagem secundário neurodivergente que a história não era tanto sobre a minoria tanto quanto era sobre aprender a suportar a minoria sabe e esse tweet é minha sombra até hoje ele até me fez ficar avesso a ideia de reler o mangá me fez sei lá achar que o mangá era nocivo ou que se eu gostasse dele eu estaria sendo um gay ruim estaria dando um mau exemplo sim como deu para reparar eu sou cheio de noias e foi por isso que eu só fui reler ele agora vários anos depois e eu fiquei surpreso com o fato de eu ter chorado mais agora lendo ele do que da vez que eu li ele pela primeira vez tem dois pontos específicos do mangá que me quebram um mais que o outro o primeiro é a história do kazuya que eu mencionei antes o adolescente vizinho do yait que aparece na casa dele ao ficar sabendo do mike kazuya é gay e ele sabe disso tanto sabe que ele ficou extremamente feliz ao saber que o mike também era porque no universo do rapaz ninguém mais era ele não tinha nenhum parente ou amigo que fosse queer e quando ele procurava na internet ele viu uma mistura de umas poucas pessoas felizes por serem queer e muitas pessoas extremamente da vida por essas pessoas serem felizes por serem queer e o jeito como o mangá mostra isso é tão bom o kazuya e o mike tomam para conversarem a sós e o yait observa de longe ele não ouve o que é dito e nós leitores não lemos o que é dito só vê como o rosto do menino vai mudando no decorrer da conversa e a gente entende nada precisa ser dito a emoção expressada no rosto já diz tudo eu acho engraçado como essa cena sempre me comove mesmo eu não me identificando nada com ela quando eu finalmente saí do armário eu já conhecia pessoas queer e já tinha 27 anos e tive a sorte gigantesca de ser aceito pelos meus amigos e família sem nenhum problema eu nunca senti a solidão do cazuia e mesmo assim sei lá eu entendo é estranho acho que eu imagino que se eu tivesse me descoberto na adolescência em meados dos anos 2000 poderia ter ficado assim e isso me comove talvez seja esse lado de o que poderia ter sido mas o segundo ponto que me arranca lágrimas eu sei exatamente porquê no começo da história yaiti ainda cheio de preconceitos e fugindo de ter que encarar a morte do irmão se recusa a ver fotos do riodi que o mike mostra pra kana e depois de todo o mangá de todo o crescimento que o yit faz e de fazer pazes póstomas com o irmão ele vê as fotos e nós leitores também vemos elas pela primeira vez e é uma daquelas coisas que é difícil de descrever num vídeo desses durante toda a obra a gente vê oriod mais pelo lado do trauma sabe a gente sabe que ele se assumiu como homossexual na adolescência e que depois disso o relacionamento dele com seu irmão gêmeo que era tão próximo ficou distante a gente aprende também que ele tinha um colega gay na escola e que os dois tinham uma amizade bem secreta em suma tudo que se ouve do riodi é meio triste pinta um quadro meio frio e solitário dele e é nessa cena que a gente finalmente vê que depois que ele se assumiu ele teve uma vida plena ele foi feliz ele existiu com força ele amou e foi amado essa parte da história sempre me pega porque é tão sei lá validadora o mangá não está só dizendo que homens gays merecem respeito ele também está mostrando que nós somos pessoas mais felizes quando aceitamos quem somos e somos aceitados por outras pessoas e que o que vem depois da aceitação é bom é luz é vida acho que passou pela minha cabeça algo tipo será que nas minhas fotos depois que eu me assumi eu parecia mais feliz mas eu sei que eu fiquei mais feliz é isso que essas páginas mostram e sei lá lendo elas eu não consigo concordar que esse mangá não tem nada a oferecer para pessoas que pessoa amargurada do twitter primeiro que nenhum de nós realmente se conhece 100% então sempre tem coisas que dá para aprender em histórias assim mesmo elas sendo direcionadas aos héteros sei lá eu eu sou ignorante eu não sabia sobre o triângulo rosa por exemplo e eu aprendi sobre ele aqui a questão é que o mike e uriod não são só exemplos didáticos eles não são só personagens de livro de escola que não tem vida além de comprarem a raiz quadrada de 25 melancias não eles são pessoas e eles viveram uma história e para mim pelo menos uma história que você não precisa ser de uma sexualidade específica para apreciar bom acho que é só isso que eu tenho para falar eu tentei muito explicar porque esse mangá é especial para mim e espero que tenha saído alguma informação no meio de tanta balbúcia ele é muito bom ganhou vários prêmios e na minha opinião é bem merecido e o dorama é bem bom também se você conseguir superar a má atuação do lutador de sumolã tem várias coisas mais que eu podia falar de o marido do meu irmão como o fato de ter sido o primeiro mangá gay que eu li que é textual e não covardemente subtextual quanto à homossexualidade mas este vídeo tem um prazo é o vídeo especial do mês do orgulho pegaria mal se eu lançasse ele só em julho óbvio extremamente óbvio que eu recomendo a leitura dele ele é bem curtinho com quatro volumes no japão que foram lançados aqui no brasil como dois volumes super grossos dão um ótimo presente também seja você hétero ou não vale a pena ler porque é uma boa história bom não sei como terminar este vídeo meloso portanto vamos logo pra cantoria sei lá muito obrigado apoiadores que ajudaram com vídeo aqui se você quiser é só ir no link para ajudar com mais vídeo aqui ei mike sim como foi que você e uriode se conheceram numa festa na verdade foi em um aplicativo [Música] dá um like e se inscreve
Neste especial do mês do orgulho, eu falo sobre o meu mangá gay favorito… e é muito difícil, porque ele é bem celebrado e todo mundo já falou dele. Mas eu TENTO explicar por que ele é importante pra mim!
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41 Comments
Tenho esse manga e ele e de uma sutileza embora hoje em dia diria que meu favorito seria o "Acho que meu filho é Gay." Acho que esse é o nome.
Acho que esse manga iria ter um Live action ou anime, não sei se teve.
video de manga? E um que eu li!!
Sagoh falando de um mangá de gengoroh tagame? Agora posso morrer afirmando que ja vi de tudo.
Alto biografia da sua suposta cunhada sahgo ? Jesus até o sahgo namora
Muito obrigado por fazer um vídeo desse mangá , nem assisti ainda mas eu aposto que vai ser glorioso
Ae começou!
Sempre tive um certo interesse nesse mangá, e ver o Sahgo falando dele deu mais vontade de ler
P.S: pô Sahgo, esse final me comoveu…eu passei por algo parecido, me assumi bi aos 25, também me peguei pensando em como seria se tivesse entendido mais cedo, mas acho que tudo tem seu tempo. Sei como é demorar mais tempo no forno (ou nesse caso no armário) 🫂
Rói
ÓTIMO VÍDEO Sahgo
PS. Sahgo faz um vídeo meloso, emocionante, daí no final me manda uma piada que eu n consigo parar de rir 😂😂😂😂😂😂😂
Que bosta, irmão!
Você realmente teve muita cosia a comentar sobre a obra e conseguiu fazer uma análise incrível! Fiquei pilhado pra ler. Parabéns. ❤
2:19 SAI KANA! MINHA VEZ!!!
2:40 não tanko que esse velho safado é capaz de escrever as histós mais foinhas e calorosas como O marido do meu irmão, mas também as obras pertubadora, pesadas e eróticas que existem. '-')
Nos aceitarmos é algo de suma e extrema importância, independente de como você mesmo pensa da sua própria vida. A felicidade é uma luz na vida de qualquer um independente se homossexual ou não, também. Então uma obra como essa mesmo que não voltada especificamente para o público LGBTQIAPN+ demonstra (não sei ao certo se de forma direta ou indireta) que precisamos encontrar a nossa aceitação independentemente do que o resto da sociedade pensa, você se aceitando mesmo nem tendo um relacionamento gay ou lésbico, encontra motivos verdadeiros e sinceros para continuar sua existência no meio de uma sociedade como a nossa que infelizmente ainda é machista, mas com os rumos prontos para que nós como comunidade na sociedade possamos demonstrar essa empatia, para que possamos ser felizes, nos aceitar é uma estrada dourada e colorida para buscarmos nossa paz interior e sermos respeitados como nós mesmo somos. Simplesmente seja você no seu modo feliz, modo querido, e modo em que nós mesmos possamos buscar um caminho para nossa própria vida ser mais leve, e com respeito que sempre merecemos como sociedade. Discutir sobre O Marido do Meu Irmão nesse vídeo é mais que necessário para que possamos buscar nossa verdadeira felicidade dentro desses tempos difíceis para nos na comunidade que cada vez mais tendo nosso direito de amar ceifado de algum jeito. Além disso, o amor sempre foi e continuará sendo plural, sem restrição, e então o caminho da aceitação é buscar compreender como você pode ser feliz sendo você mesmo, e buscar amar a quem você quiser que te entregue amor para você. Discussão merecidíssima de ser partilhada, e torço que cada um de nós sejamos felizes como quisermos serem amados. Parabéns pelo maravilhoso vídeo, @CanalDoSahgo
quando esse mangá saiu no brasil eu estava namorando, e meu namorado da época me indicou e falou super bem, comprei o 2 volumes e gostei muito da obra tbm.
depois que terminamos, vendi instantaneamente meus volumes, pq associei totalmente a ele, ver um video falando dessa obra me faz lembra de quem ele era e o que fez comigo, mas ainda acho o mangá incrivel, não sinto que consigo lê-lo novamente, mas sinto que ainda aprecio a arte em todos os aspéctos
Eu sou hetero e fiquei bem emocionando quando vc começou a explicar as cenas que te comoveram, obrigado por superar a sua "vergonha alheia" expondo seus sentimentos pessoais em video (eu vi vc no bluesky reclamando de editar essas partes kkkk), ficou muito bom, e me deixou bem curioso pra ler a obra.
pergunta que não quer calar: por que todo gay barbudo e aspirante a powerlifter?
Não vejo como o cara ter feito hentai/yaoi traria algum efeito negativo a obra, pelo contrario, adiciona um ponto de vista diferente para a coisa toda. Fairy tail foi feito por um cara por um cara que fazia hentai (pelo menos essa foi a noticia que saiu na época), e hoje é um anime popular para o publico infantil.
Eu sempre quis ler esse mangá, mas na época em que procurei, não consegui encontrá-lo em português. Muito bom o seu vídeo 😊
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Ahh mano n acredito que eu perdi a estreia pq tava dormindo 😩😩 Mesmo assim, fico muito feliz que vc fez esse video!! Foi gostoso de se assistir, dá pra sentir que vc gosta muito da história, n acho que seja meloso demais (e talvez eu tenha choramingado um pouco no final… Coisas assim me afetam fácil)
Também me identifico com aquela sensação de ler uma crítica na internet sobre algo que vc gosta e ficar meio constrangida sobre gostar tanto da obra… É uma sensação chata
6:13,a mairoia dos mangakas não começa no mundo do H ou outros meios parecidos tipo web manga e depois vão para os oficiais?
Sahgo é lgbt???
ótimo video como sempre!
Fofo e interessante, é legal conhecer as experiências de outras pessoas, e ver como elas se intenderam.
Dito tudo isso, leiam os homens peludos do autor se amassando, indico muito! putaria de alta qualidade.
9:28,bom faz sentido o cara é um lutando não um ator,e mesmo tendo lutadores que atuam nos estados unidos,mas normalmente os papéis são feitos para eles e não exigem fala muita coisa complexa.
Me fez lembrar de quando o live action saiu, e as pessoas foram atrás do mangá e várias pessoas começaram a falar como o autor era ótimo… Mas ninguém viu o histórico de mangás grotescos e pesados do Tagame
feliz mês do orgulho
4 minutos de video e não percebi que era um mangá sobre gays… sahgo é um carinha incrivel…
Agora pergunta para o Sahgo sobre um jogo sobre Gueixas Salvando o mundo…
Ele vai falar por horas sobre
Que vídeo maravilhoso! Muito fofo Sahgo, foi muito legal ver você contando sua história
Fizemos um clube do mangá e lemos esse numa das sessões… foi fácil uma das coisas mais bonitas q já li…
O manga parece muito legal, tô tentando ler menos histórias com poderzinho, apesar de amar elas profundamente. Vou dar uma chance pra esse manga quando tiver terminado Rosa de Versalhes
Po, que maravilha ver algum ser humano falando dessa obra ❤
Felizmente esse foi lançado no Brasil, lembro de quase chorar no final do primeiro volume
Apesar do vídeo iniciar com "não tenho nada pra falar" e terminar com "não sei se deu pra transmitir bem porque" no final rendeu um bom vídeo e foi sim possível sentir a importância valor que ele tem pra você.
Sobre ser assombrado por um random amargurado no twitter, isso foi meio preocupante na verdade, tá tudo bem? Falando sério mesmo, reescrevi essa mensagem varias vezes pra tentar não ser insensível, não sei se consegui.
Cara esse manga está na minha lista, e a principio eu pensava que se tratava da visão da filha, sim u pensi que era a historia de um casal gay que tinha que criar a filha do irmão de um deles. Subiu na lista de leitura. E sim eu chorei com o video. Parabens pelo trabalho.
Boa noite, ótimo vídeo 😊❤
Na moral, a história pode ser a coisa mais fofa do mundo, mas morar com o gêmeo idêntico do falecido marido é… Complicado… ?
Me mataria por dentro toda Santa vez que eu o visse e o ouvisse (se as vozes forem similares) ele falar… e ainda tem uma filha, mostrando o que eles poderiam ter tido se o destino não fosse uma puta sem coração.
Esse mangá me marcou muito, li ele quando ainda tava no armário e a parte do menino sempre me toca pq me sentia como ele: sem um exemplo do que eu poderia ser dali pra frente
Ursos s2
Teu único erro foi dar moral pra gay doida de Twitter Sahgo, não existe essa de ser "Gay do mal", seja apenas você, seja feliz, e não importa o que as pessoas digam, se você se sente bem fazendo determinada coisa, como por exemplo lendo esse mangá, que direito tem outra pessoa tem de te dizer que é algo ruim? Você é incrível, nunca se esqueça disso! Espero que você nunca mais deixe de fazer algo que goste por besteiras que você leu no Twitter!